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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Unoesc promove III Sipat


A III Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat) ocorre de 20 à 22 de outubro na Unoesc, Campus de São Miguel do Oeste. O objetivo, segundo Rafael Gomes, um dos membros Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), é orientar e apresentar medidas para a prevenção de acidentes, preservando a saúde e a integridade física dos trabalhadores e de todos os que interagem com a universidade.

A Cipa, é uma comissão composta por representantes do empregador e dos empregados. Na 3ª Sipat, já foram ministradas palestras sobre uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI´s) ministrada pelo professor Antônio Carlos Bueno Filho, Direção Defensiva, ministrada por Ivandro Espengler, instrutor de auto escola e Cuidados com a Voz, orientada pela fonoaudióloga, Delcir Schwambach. Amanhã (22) deve acorrer a palestra sobre Primeiros Socorros, também ministrada pelo professor Antônio Carlos Bueno Filho.

As palestras, de acordo com Gomes, são importantes para todos os colaboradores da instituição, pois se ocorrer um acidente grave “as sequelas poderão acompanhar o funcionário para o resto da vida, com a orientação de profissionais, os funcionários da Unoesc poderão prevenir todo tipo de acidente.” Argumenta o membro da Cipa.

Participação de Funcionários

A funcionária da instituição, Jussandra da Silva, participou da palestra sobre Direção Defensiva, de acordo com ela esta orientação é importante não só para os que trabalham como motoristas, mas para todos os que dirigem no dia-a-dia “a direção defensiva além de prevenir acidentes também servirá como como um conhecimento a mais”. Ela destaca também que a palestra é válida inclusive para caroneiros, que podem auxiliar o motorista na condução mais segura de veículos.

A atendente da biblioteca, Camile Sebben, garantiu sua participação na palestra sobre Primeiros Socorros, que ocorre amanhã (22). As inscrições para participar das palestras estavam abertas para funcionários e acadêmicos. No entanto, havia um limite de inscritos. Camile diz que escolheu este tema pois acha interessante ter este tipo de noção. “Certa vez uma moça teve um crise de convulsão na biblioteca, não sabíamos ao certo com agir, então chamamos os bombeiros que levaram um certo tempo para chegar até o local”. Com esse conhecimento ela ressalta que poderá agir melhor diante de um acidente inesperado.


Fernando Dias

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

“A diferença existe e precisa ser respeitada" diz educadora


A inclusão social de surdos no Brasil se deu a partir de 1990. Em instituições de ensino no país os surdos são amparados pela lei nº 9394/96, que garante profissionais qualificados ou capacitados para trabalhar com pessoas que apresentam problemas auditivos, estes são denominados intérpretes. No campus da Unoesc, em São Miguel do Oeste, a instituição procura colaborar com a inclusão social dos surdos da região, atualmente estudam no campus três acadêmicos que apresentam surdes total ou parcial.

Kátia Caron, graduada e pós-graduada em educação especial e LIBRAS (Linguagem Brasileira dos Sinais), trabalha como intérprete há nove anos. Atuando apor mais de seis anos na Unoesc, Kátia diz que, de maneira alguma o intérprete substitui o professor, e que o profissional apenas faz a tradução da linguagem oral para a linguagem dos sinais, através da LIBRAS, “o aprendizado se dá por meio dos sinais, quem faz essa mediação é o intérprete” ressalta.

De acordo com Kátia, cerca de 62 mil surdos estão matriculados em escolas do país e apenas 1% frequenta o ensino superior. Dentro desta porcentagem nacional está Anderson Pelissari, acadêmico do 4º período de Educação Física que apresenta surdes parcial, apesar de fazer leitura labial, Anderson se relaciona melhor através da linguagem dos sinais. Comuniquei-me com Anderson por intermédio de Kátia. O jovem diz que sempre sonhou em fazer Educação Física e pretende depois de formado, dar aulas de futsal para crianças.

Anderson relata ainda que apesar de ter poucos amigos no curso, se relaciona bem com todos. Perguntei a ela quais eram os principais obstáculos no âmbito acadêmico, ele respondeu gesticulando que alguns professores falam muito rápido, o que dificulta a tradução dos intérpretes e surpreendeu ou responder que além disso, o barulho o incomoda muito, ele usa aparelho para surdes, segundo ele as pessoas falam muito e ao mesmo tempo, o que dificulta a concentração.

No dia 26 de setembro comemorou-se o ‘Dia do Surdo’, nesta data, foram organizadas ações nacionais em prol da cultura surda, em busca de seus direitos.


Fernando Dias

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Extremo oeste realiza 1ª Conferência de Comunicação

Constituída por uma série de entidades e liderada por uma comissão organizadora, a 1ª Conferência de Comunicação do Extremo oeste, deve ocorrer no sábado dia 10 de outubro, no Colégio Peperi em São Miguel do Oeste. No evento será discutido, segundo o representante da comissão organizadora, Djalma Morell, diretrizes sobre a comunicação em toda região, “isso será um grande avanço para a sociedade” destaca.

Morell diz que a intenção, é a de reunir todas as entidades ligadas direta ou indiretamente com a comunicação e buscar também a participação popular que tem um papel significativo diante da conferência. Reuniões onde foram apresentadas sugestões para a realização da conferência já foram realizadas, onde estiveram presentes, veículos de comunicação da região, órgãos públicos, representantes do curso de jornalismo da Unoesc (Universidade do Oeste de Santa Catarina) além de pessoas da comunidade.

A Conferência de Comunicação regional será pautada em cima do tema nacional: “Comunicação - meios para a construção de direitos e cidadania na era digital”. Para a jornalista do jornal Gazeta Catarinense, Gisele Vizzotto, a integração que a conferência propicia entre os meios de comunicação deve colaborar para o aumento na qualidade das informações à população. “A discussão sobre os direitos e a cidadania na era digital é fundamental para os veículos estreitarem os laços e agirem em conjunto para um trabalho eficaz, responsável e de qualidade.” ressalta.

As decisões tomadas em conjunto nesta conferência regional serão encaminhadas para a conferência estadual que ocorre no dia 9 de outubro em Florianópolis, as decisões da conferência estadual seguirão para a 1ª Conferência Nacional da Comunicação que será realizada em Brasília de 1 a 3 de dezembro.

Fernando Dias

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Prefeitos do Extremo Oeste se encontram com Ministros em Brasília

O presidente da AMEOSC (Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina) e prefeito de São Miguel do Oeste, Nelson Foss da Silva, juntamente com os prefeitos municipais Ademir Zimmermann de Guaraciaba, Altair Cardoso Rittes de Dionísio Cerqueira, Renato Broetto de São José do Cedro, Claudiomar Crestani de Palma Sola e a prefeita em exercício do município de Anchieta, Ione Teresinha Presotto, viajam a Brasília na próxima segunda-feira (14/09) para participarem de uma audiência que contará com a presença da Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, o Ministro das Cidades Marcio Fortes de Almeida, o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes e o Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel.

A audiência na Capital Federal deve tratar do encaminhamento de obtenção dos recursos que servirão para ajudar os municípios atingidos pela violenta tempestade que ocorreu na última segunda-feira (07/09) na região. Este encontro está sendo articulado pelo gabinete do Deputado Federal Cláudio Vignatti.
Na manhã desta sexta-feira (11/09) prefeitos da região do extremo-oeste e autoridades do Estado estiveram reunidos na prefeitura de Guaraciaba
para contribuir com ações de apoio às famílias atingidas pelo tornado que devastou grande parte da cidade e atingiu outros municípios da região. Nesta reunião foram deliberadas importantes decisões acerca de auxílios para ajudar a população dos municípios mais afetados pelo temporal.

A AMEOSC, através de seu presidente e dos demais prefeitos associados, está se mobilizando e organizando reuniões em Guaraciaba desde a última terça-feira (08/09), para ajudar as famílias mais atingidas pelo desastre. Além de Guaraciaba, município mais devastado pelos fortes ventos, a Comissão Organizadora da AMEOSC, de uma forma geral, também busca amparo e recursos para os demais municípios que foram afetados pela tempestade.

Outras informações:
http://ameosc.org.br/conteudo/?item=522&fa=1&cd=15797
http://www.ameosc.org.br/conteudo/?item=522&fa=1&cd=15789


Fernando Dias

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Falta de manutenção aumenta risco de acidentes

A falta de manutenção da PRT-163 no trecho entre Barracão, Santo Antônio do Sudoeste e Pranchita é sem duvida um desafio aos motoristas da região que dependem da rodovia.

A redução de distâncias entre os portos do Mercosul oferecida pelo Porto Seco de Dionísio Cerqueira, aumenta consideravelmente o movimento de carretas e veículos de carga, resultando em estradas totalmente esburacadas e intransitáveis.

Para o caminhoneiro Adair José Rosa, residente em Dionísio Cerqueira, na saída de Barracão, sentido Santo Antônio do Sudoeste, não há mais asfalto. “Hoje em dia é mais difícil encontrar trechos com asfalto, do que trechos que mais parecem estrada de chão. Estes dias meu filho veio me visitar. Depois do centro da cidade, disse a ele para reduzir que não tinha mais asfalto, porque é a realidade,”conclui.

A secretária de planejamento de Barracão Neiva Coradini, diz que a responsabilidade de manutenção da rodovia, com exceção do centro da cidade, é do Governo Estadual. “Quando o problema fica no centro da cidade, nós enviamos o pedido de manutenção para o Departamento de Pato Branco, que manda executar os serviços”.

Segundo ela existe um projeto para um novo asfalto, para a construção de uma 3ª pista e área de pedestres, já que não tem acostamento, mas sem data para sair do papel.

Carlos Iutes, fala sobre o tempo gasto para se deslocar de uma cidade para outra, além do perigo de acidentes acontecerem. “Por causa das condições da rodovia a gente tem que reduzir, para não danificar o veículo, e às vezes, é preciso invadir o acostamento, para desviar dos buracos, que é um perigo para os pedestres, pelo risco de acontecer um acidente”.

Além disso, constantemente carretas “quebram” em plena serra, causando transtorno e acidentes que poderiam ser evitados. Operação “tapa-buraco” não é a solução, já que chuvas constantes, bastam para torná-los ainda maiores.
                                                      Foto: Divulgação

Outros detalhes, sobre rodovias mal conservadas.
http://www.dnit.gov.br/
http://www1.an.com.br/1999/dez/23/0ger.htm

Marcio Bona